Um estudo forense analisou mais de 400 filmes para avaliar o quanto as representações cinematográficas se aproximam da realidade clínica

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Um estudo forense analisou mais de 400 filmes para avaliar o quanto as representações cinematográficas se aproximam da realidade clínica

Um estudo publicado no Journal of Forensic Sciences analisou mais de 400 filmes para avaliar o quanto as representações cinematográficas se aproximam da realidade clínica.

Segundo o Journal of Forensic Sciences o personagem considerado mais fiel à psicopatia descrita pela psiquiatria forense foi Anton Chigurh, de “Onde os Fracos Não Têm Vez” (2007): frio, sem remorso, emocionalmente raso e sem qualquer romantização.

Em contraste, figuras icônicas como Hannibal Lecter e Norman Bates foram classificadas como caricaturas — eficazes para o entretenimento, mas imprecisas do ponto de vista clínico.

Estudos como esse são amplamente usados na formação de profissionais para diferenciar ficção, mito popular e conhecimento científico.

Psicopatia não é estética nem vilania narrativa.

É um construto clínico complexo — e frequentemente atravessado por dinâmicas narcísicas profundas.

📝 Fonte: Leistedt, S. J., & Linkowski, P. (2013). Psychopathy and the cinema: Fact or fiction? Journal of Forensic Sciences
📸 Reprodução/Internet/Google

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