Mais um brasileiro morre atingido por fogo de artilharia na Guerra da Ucrânia

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Mais um brasileiro morre atingido por fogo de artilharia na Guerra da Ucrânia

O paraense Adriano Silva, que atuava como voluntário integrado às forças ucranianas na guerra contra a Rússia, foi morto após ser atingido por fogo de artilharia na cidade de Kupiansk, segundo informações preliminares. A morte não ocorreu em combate corpo a corpo, mas em um ataque indireto — modalidade que tem se mostrado uma das mais letais do conflito. A informação foi confirmada pelo GLOBO. Em nota, o Itamaraty informou que, oficialmente, “há registro de 22 brasileiros falecidos e de 44 desaparecidos no conflito” — a última morte ainda não foi contabilizada oficialmente pelo órgão

O crescimento das baixas reforça a preocupação do Itamaraty, que, em julho de 2025, publicou um comunicado oficial desaconselhando a ida de cidadãos brasileiros a zonas de conflito armado. Na nota, o órgão destacou o aumento no número de brasileiros mortos em conflitos internacionais e alertou para casos em que voluntários enfrentam dificuldades para interromper sua participação nos exércitos combatentes após o alistamento. Em muitos desses casos, a assistência consular é limitada pelos contratos firmados com forças estrangeiras.

“A morte de Adriano Silva reforça a dura realidade vivida por combatentes que, longe de seus países de origem, se veem expostos a um ambiente marcado por alta letalidade, armamentos pesados e constante imprevisibilidade”, escreveu Anderson Crepaldi em um post no Facebook.

O episódio evidencia a dinâmica da guerra moderna, marcada pelo uso intensivo de artilharia de longo alcance, bombardeios e mísseis, capazes de atingir alvos a grandes distâncias e com alto poder destrutivo. Nesse cenário, mesmo combatentes fora da linha direta de confronto permanecem expostos a riscos constantes.

📝 Fonte: O Globo
📸 Reprodução/Internet/Google

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