Morto a tiros em praça de MT, pastor já havia sido condenado por estuprar uma menina

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Morto a tiros em praça de MT, pastor já havia sido condenado por estuprar uma menina

Um pastor de 46 anos, que havia sido condenado por estupro de vulnerável, foi morto a tiros em uma praça na região central de Juara, cidade localizada em Mato Grosso, na tarde de ontem.

O que aconteceu

Pastor, identificado como Altair da Silva Santos, 46, foi atingido por três disparos de arma de fogo na região do rosto. Ele foi abordado por dois homens em uma motocicleta, que efetuaram os disparos e fugiram na sequência. As informações são da Polícia Militar de Mato Grosso.

Polícia Militar e equipes de socorro foram acionadas, mas a morte foi confirmado no local. O corpo foi encaminhado ao IML e, posteriormente, liberado para sepultamento.

Altair era um reeducando da Cadeia Pública de Juara. Ele havia sido preso em 2023 acusado de estuprar uma menina de 11 anos, filha de uma mulher que trabalhava na igreja onde ele era pastor. Em julho de 2024, Altair foi condenado a 12 anos de prisão.

Atualmente Altair cumpria a pena no regime semiaberto e prestava serviços comunitários. No momento em que foi assassinado, ele realizava serviços de limpeza à Prefeitura Municipal de Juara por meio da Fundação Nova Chance. A prefeitura e a fundação não comentaram a morte do reeducando.

Depois de matar Altair, os suspeitos fugiram em direção à Avenida José Alves Bezerra. Até o momento, os assassinos não foram identificados ou localiza.

Caso segue sob investigação por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Mato Grosso. Os investigadores não informaram qual teria sido a motivação para a morte de Altair.

Como denunciar violência sexual

Vítimas de violência sexual não precisam registrar boletim de ocorrência para receber atendimento médico e psicológico no sistema público de saúde, mas o exame de corpo de delito só pode ser realizado com o boletim de ocorrência em mãos. O exame pode apontar provas que auxiliem na acusação durante um processo judicial, e podem ser feitos a qualquer tempo depois do crime. Mas por se tratar de provas que podem desaparecer, caso seja feito, recomenda-se que seja o mais próximo possível da data do crime.

📝 Fonte: UOL
📸 Reprodução/Internet/Google

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