ONG acusa Chanel e Louis Vuitton de usarem couro ilegal da Amazônia.
Uma investigação da ONG Earthsight revelou que marcas de luxo, como Chanel, Louis Vuitton e Coach, estão ligadas ao uso de couro proveniente do desmatamento ilegal na Amazônia brasileira e da violação de direitos territoriais indígenas.
Vem saber mais detalhes!
A grife francesa Louis Vuitton está entre as marcas que relatório de ONG britânica revelou estarem ligadas ao uso de couro proveniente de desmatamento ilegal na Amazônia
Couro exportado.
O relatório The hidden price of luxury (O preço escondido do luxo, em tradução livre) aponta que essas grifes compram couro de empresas com vínculos a fazendas de gado ilegais no Pará, na região mais desmatada da Amazônia.
O couro exportado do Pará chega à Europa, principalmente à Itália, sendo processado por curtumes como Conceria Cristina e Faeda que, depois, fornecem o material às marcas de luxo.
Segundo o relatório, o couro chega na Europa proveniente do Pará e é processado por curtumes italianos antes de ser repassado às grifes.
O que dizem as grifes
Apesar de as grifes mencionadas terem afirmado à Earthsight que não utilizam couro brasileiro, a investigação contradiz essa declaração. A Chanel chegou a encerrar sua relação com o curtume Faeda por “perder a confiança em seu sistema de rastreabilidade”.
Grifes, como a Chanel, disseram à ONG que não usam couro brasileiro.
Certificação de sustentabilidade
Além disso, esquemas de certificação de sustentabilidade como o Leather Working Group, utilizados por Louis Vuitton, não garantem “status livre de desmatamento”, pois não exigem que os curtumes rastreiem o gado até as fazendas de origem, tornando o sistema falho, de acordo com a organização.
📝 Fonte: Metrópoles
📸 Reprodução/Internet/Google
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